Mario Rezende e seus amigos escritores, poetas poetisas e artistas construindo com argumentos...
terça-feira, 13 de fevereiro de 2018
quinta-feira, 8 de fevereiro de 2018
sábado, 27 de janeiro de 2018
terça-feira, 16 de janeiro de 2018
Desvenda-me (Texto para o Livro " Luis Vaz de Camões e Convidados" que será Lançado pela Editora Mágico de Oz no 4°Encontro de Culturas Lusófonas que acontecerá em 14 de maio em Portugal)
"Sou feita da certeza de minhas brevidades,minha pressa.
Não sei ser alegre em doses homeopáticas;
Não sei ser triste pela metade.
Não me encho de coisas pesadas,
Sou abstêmia de todos os excessos,
Menos o de ser feliz.
Não sei andar no lugar comum,
Meu coração gosta das curvas de
Andar a beira do precipício,
Gosta de andar no limite,
De passar o estreito de sentir os pulmões sugarem o
Ar rarefeito.
Assim ele se sente, preso e livre ao mesmo tempo.
Preso em correntes de devoção, livre para viver o extremo.
Eu só vivo o extremo.
Pouco pra mim é pouco demais,
O médio não me satisfaz,
Ser parcial sempre pareceu louco a meu ver.
Atitudes me prendem para sempre, palavras me seduzem por um tempo
Soam docemente aos ouvidos, mas esvaziam-se com o tempo, as atitudes são eternas.
Gosto de preparar o coração para emoções, para saber aproveitar cada sensação que possa vir com esta.
Já desisti de me entender, e não julgo quem faz o mesmo,
Me entender não é uma questão de inteligência é uma questão de estado de espírito.
Viver comigo é fácil, ou me sente ou não me entende.
Não me permito ser abismo, quem aprende a viver em mim,
Sabe que minha estrada é segura, não sou deserto, não sou tormenta,
Sou o que sobrou de uma alma inquieta.
Sê meu tudo, meu caminho, meu destino,
Que te ensino a percorrer o lado protegido da minha personalidade,
Beijos não fazem parte de nenhum inventário maldito, amor pode não ser eterno,
Mas pode ser terno.
Não me procure onde seria óbvio.
Ali nunca vai me encontrar.
Desvende-me!
Izabelle Valladares
"Sou feita da certeza de minhas brevidades,minha pressa.
Não sei ser alegre em doses homeopáticas;
Não sei ser triste pela metade.
Não me encho de coisas pesadas,
Sou abstêmia de todos os excessos,
Menos o de ser feliz.
Não sei andar no lugar comum,
Meu coração gosta das curvas de
Andar a beira do precipício,
Gosta de andar no limite,
De passar o estreito de sentir os pulmões sugarem o
Ar rarefeito.
Assim ele se sente, preso e livre ao mesmo tempo.
Preso em correntes de devoção, livre para viver o extremo.
Eu só vivo o extremo.
Pouco pra mim é pouco demais,
O médio não me satisfaz,
Ser parcial sempre pareceu louco a meu ver.
Atitudes me prendem para sempre, palavras me seduzem por um tempo
Soam docemente aos ouvidos, mas esvaziam-se com o tempo, as atitudes são eternas.
Gosto de preparar o coração para emoções, para saber aproveitar cada sensação que possa vir com esta.
Já desisti de me entender, e não julgo quem faz o mesmo,
Me entender não é uma questão de inteligência é uma questão de estado de espírito.
Viver comigo é fácil, ou me sente ou não me entende.
Não me permito ser abismo, quem aprende a viver em mim,
Sabe que minha estrada é segura, não sou deserto, não sou tormenta,
Sou o que sobrou de uma alma inquieta.
Sê meu tudo, meu caminho, meu destino,
Que te ensino a percorrer o lado protegido da minha personalidade,
Beijos não fazem parte de nenhum inventário maldito, amor pode não ser eterno,
Mas pode ser terno.
Não me procure onde seria óbvio.
Ali nunca vai me encontrar.
Desvende-me!
Izabelle Valladares
terça-feira, 9 de janeiro de 2018
E vi no cair da noite, o esboço do corpo que eu desejava...
Depois que o sol se escondeu...em minha varanda sua luz irradiava.
Tu és vida, anjo sem asa, desejo terno, cálido, desejo eterno.
Que meu olhar possa sempre te olhar com desejo de ter...com desejo de amar !
Sê eterno..
Sê trevo de 4 folhas...
Sê meu homem, meu verso, meu verbo, minha sede...meu desejo.
Sê meu anjo sempre!
Sê Ale, sê alien, sê tudo, sê meu!
Depois que o sol se escondeu...em minha varanda sua luz irradiava.
Tu és vida, anjo sem asa, desejo terno, cálido, desejo eterno.
Que meu olhar possa sempre te olhar com desejo de ter...com desejo de amar !
Sê eterno..
Sê trevo de 4 folhas...
Sê meu homem, meu verso, meu verbo, minha sede...meu desejo.
Sê meu anjo sempre!
Sê Ale, sê alien, sê tudo, sê meu!
domingo, 7 de janeiro de 2018
sexta-feira, 29 de dezembro de 2017
sábado, 16 de dezembro de 2017
quinta-feira, 7 de dezembro de 2017
segunda-feira, 20 de novembro de 2017
sábado, 11 de novembro de 2017
segunda-feira, 6 de novembro de 2017
domingo, 8 de outubro de 2017
sábado, 7 de outubro de 2017
Se você tem entre 25 e 30 anos há uma grande possibilidade de ter passado boas tardes ouvindo rádio FM e curtindo músicas que arrepiavam os cabelos dos adultos mais conservadores. Provavelmente hoje você lembra pouco ou quase nada desta fase, não é verdade? Vamos relembrar algumas dessas músicas e bandas?
- Mamonas Assassinas: A banda teve uma carreira meteórica e curta, interrompida por um trágico acidente aeronáutico. Embora o conteúdo das canções fosse claramente voltado aos adultos, o sucesso foi estrondoso entre os menores. Vamos falar a verdade, eles eram realmente engraçados e às vezes eu me pergunto se eles escondiam preconceito dentro do humor musical ou se era uma forma de ironizar o sistema social.
- É o Tchan: Coreografias sensuais, mulheres objetificadas, pouca roupa, muito rebolado: Safadeza infinita. Quem foi criança em meados dos anos 90 ou início dos anos 2000 com certeza conhece refrões como “Ela fez a cobra subir, a cobra subir, a cobra subir”. Acredito que muitas meninas sonhavam em ser a próxima loira ou morena do Tchan e sabiam todas as coreografias.
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