A garota alemã ou não
A garota de bochechas vermelhas
Branquinha, branquinha
Vai ver que é alemã
Ou foi picada por duas abelhas
Muito tímida
caminhava na rua
Sem pai nem mãe
Estava na sua
Um cachorro vadio
Passou por ela
Balançou o rabo, deu um salto
E lambeu a bochecha dela
A garota alemã ou não
E o cachorro sem pátria, sem nada
Seguiram juntos, pela rua
Ele com fome, ela cansada
Sem ter pra onde ir
Subiram uma colina cheia de ovelhas
E as bochechas da garota
Cada vez mais vermelhas
É um prazer imenso, ter você como companheira no blog e na vida, minha irmã.
ResponderExcluirEu também gosto de estar com você, aqui, neste espaço poético e na vida.
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