Mario Rezende e seus amigos escritores, poetas poetisas e artistas construindo com argumentos...
quinta-feira, 7 de outubro de 2021
domingo, 12 de setembro de 2021
domingo, 5 de setembro de 2021
OLHOS DE MEL
OLHOS DE MEL
Que me importa se o seu nome é Andréia,
Anna, Mônica, Priscila, Cristiane, Daniele, etc. Melhor, em todos os sentidos
não me importo mesmo! Por enquanto nem quero saber. Olhos de mel!... Taí, talvez seja Melissa, escolhido por causa
deles.
Quando os meus encontram os seus... Ai! Tum,
tum, tum...A máquina dá uma acelerada. Dá sim! Fico que fico. A combinação bem
feita. Olhos melados, deixam os meus grudados. Olhos de mel! Declaram uma
tranquila certeza: o rosto lindo no corpo perfeito. Vai dizer que não se
envaidece? Teria que ser muito humilde. Modéstia talvez seja um dos requisitos
para ter uma boa personalidade. Mas não precisa exagerar, no fundo você tem
consciência da beleza despudorada. Para não se achar linda só se tivesse um
defeitinho que ninguém vê. Na sola do pé, por exemplo. A natureza seria
imperfeita se te desse uma unha encravada ou um sinal embaixo de um dos seios
que só ficasse escondido quando chegasse aos sessenta anos.
Ah! Eu estava falando do nome. Pensando
bem, linda desse jeito não pode chamar-se Rosenilda, Cremilda, Rosalina,
Lucrecia ou outra ilda, ina ou crécia qualquer. Seria um pecado imperdoável,
uma covardia.
Você deve ter sim, um nome perfeito, que
combine com tudo, com seu jeito, que seja esteio dessa segurança. Bom de se
ouvir, assim como uma melodia, doce de se falar, como se quisesse ficar nos
lábios. Que combine com seu olhar que eu não canso de admirar; com seu jeito de
caminhar que faz o mundo parar só para olhar. Que faz as borboletas e as
abelhas esquecerem das flores, e deixa um rastro de pétalas e odores. Tudo
porque quando você passa nada resiste ao encanto, a própria natureza suspira e
se enche de graça e a vida para a sua beleza consagrar.
Mario Rezende
domingo, 29 de agosto de 2021
O AMOR NÃO MORRE
O AMOR NÃO MORRE
O verdadeiro amor não morre.
Às vezes, por um motivo qualquer,
fica bem guardado num compartimento especial,
resquício de uma lembrança boa e bela,
como se fosse uma sementinha, o início.
Só deixa de ficar se mostrando para o mundo
como uma linda flor, cheia de vida e orgulho.
Às vezes, faz a gente sonhar, como gestante,
e faz o rosto iluminar com um sorriso muito feliz.
É certo que não morre. Resiste ao inverno
e pode florescer para enfeitar outras primaveras.
domingo, 15 de agosto de 2021
sábado, 7 de agosto de 2021
segunda-feira, 19 de julho de 2021
domingo, 11 de julho de 2021
domingo, 4 de julho de 2021
sábado, 26 de junho de 2021
domingo, 20 de junho de 2021
sábado, 15 de maio de 2021
sábado, 1 de maio de 2021
domingo, 7 de março de 2021
CLARINHA, A MENINA QUE VIROU BORBOLETA
CLARINHA, A MENINA QUE VIROU BORBOLETA
https://www.calameo.com/books/006616340c098a71395db
























