sábado, 29 de agosto de 2015

OFICINA DE POESIA - SIPAT- CAIXA ECONÔMICA FEDERAL


Meus agradecimentos poéticos aos colegas que participaram comigo da Oficina de Poesia realizada no dia 28, por ocasião da SIPAT na CAIXA, assim como ao meu amigo Poeta Oliveira Caruso.













TEXTOS PRODUZIDOS DURANTE O EVENTO A PARTIR DE MINHAS SUGESTÕES:

A vida é como um circo,
cada cabeça um picadeiro.
Um mundo mágico parece a vida nesse circo,
cheio de ilusões, mas é pura verdade.
Mario Rezende
A vida é como um circo.
Ontem ainda aguardava a minha vez;
mãos suadas, coração palpitando.
Espectadores mil à minha espera.
A vida é como um circo.
Me perco na multidão.
Meus olhos não percebem o alvo.
Falho em meu número.
A vida é como um circo.
Na minha falha encontro você,
Me resgatando da reprovação.
Olhares de raiva deixam me alerta.
A vida é como um circo.
E você se torna minha nova atração.
Um grande trapézio sem redes.
Me jogo, me lanço e já não temo.
Daniel Faleiro

A vida é como um circo.
Cada ato, uma magia.
Sob a luz do grande picadeiro
Vivemos nossos temores.
Andréa Gomes dos Santos
 Enquanto os dias vão passando,
eu fico aqui imaginando
o que a tua ausência poderia me trazer,
em lugar de fazer sofrer.
Mario Rezende
Enquanto os dias vão passando,
as flores vão desabrochando,
o sol continua brilhando
e eu permaneço esperando
o dia que você irá chegar.
Andressa Cintra
Enquanto os dias vão passando,
as horas eu conto nos dedos.
Meu dedos dedilham este violão
que eu nem sei tocar.
Que raios este instrumento está fazendo aqui?
Agora que me dei conta.
É mais uma maneira inútil de passar o tempo,
enquanto o tempo passa.
Shirley Casado
Enquanto os dias vão passando,
venho aqui  te falar.
A roda do mundo girando
e eu aqui a te esperar.
Enquanto os dias vão passando,
meu lugar vou reservando,
com meu jardim a florir
indicando o caminho a seguir.
Enquanto os dias vão passando,
Sol e Lua vão surgindo
um após o outro, trocando.
Dias e noites fluindo.
Enquanto os dias vão passando,
as noites vão se mostrando
em crepúsculos avermelhados,
sobre montanhas e rios encantados.
Adriany Lopes

Enquanto os dias vão passando,
a saudade insiste em ficar
e em meu peito ainda há lugar...
e você eu não acho, apesar da procura.
Enquanto os dias vão passando,
adoeço lentamente,
aguardo um momento melhor,
para que possa superar sua vida em meu amor.
Olavo Cunha

Enquanto os dias vão passando,
questões vão se acumulando
em torno do que poderíamos ser,
enquanto nos impedimos de viver.
Enquanto os dias vão passando,
meu sentimento caminha por aí, divagando,
enquanto seu olhos vão por outras esquinas,
demorando nos rostos de outras meninas.
Thais Moura
Cada cabeça uma sentença.
Lamentável enquanto assume importância
e tem papel de relevância,
uma cabeça que não pensa.
Mario Rezende
Cada cabeça uma sentença.
Se de vaca, a guilhotina;
se de pássaro, uma benção;
se de pobre, a miséria.
Anderson Gutierrez

REVISTA CÁ ESTAMOS NÓS - AGOSTO 2015


terça-feira, 18 de agosto de 2015

SUBLIMES ENCONTROS - DE JOSSELENE MARQUES

Compartilho um dos registros do fotógrafo Wilson Moreno, feito no evento de lançamento do meu livro "Sublimes Encontros", que foi realizado no Hotel Villa Oeste, dia 31/07/2015.

Ele retratou o ápice do meu centésimo sublime encontro (meu livro traz 99 poemas/sublimes encontros): a hora do parabéns (que eternizei através do texto "Sonho Compartilhado"). 

Naquele exato momento, tive o privilégio de receber os votos de felicidade e a energia positiva de mais de duas centenas de pessoas (entre familiares, amigos, colegas, alunos, ex-alunos, imprensa e demais convidados).

Meu sentimento de gratidão, àqueles que aceitaram o meu convite e dele participaram, será eterno.


quinta-feira, 16 de julho de 2015

PRIMEIRO REBENTO

© Josselene Marques

Sua gestação ultrapassou três décadas. A cada semana, a inspiração se dividia em versos, automaticamente transformados em poemas, que se multiplicavam e já não mais cabiam no útero do anonimato. 

Após recentes interações e reciprocidades, tive o privilégio de contar com o incentivo e o apoio de uma “equipe de alto nível” (composta de familiares e amigos maravilhosos) que viabilizou o seu nascimento – vale salientar que houve um pequeno atraso na sua chegada e tive que, bravamente, controlar a ansiedade. A cegonha o deixou em minha residência por volta das 22 horas do dia 7 do mês corrente.

Já sob minha guarda, para honrar a palavra dada aos seus padrinhos literários (combinamos abrir a primeira caixa de exemplares juntos), ainda infligi a mim mesma uma dura pena: um teste de autocontrole e resistência, que consistiu em não “violar o berçário” e esperar quase vinte horas para tê-lo em minhas mãos, a fim de me certificar se estava “tudo bem” com ele, poder acariciá-lo e admirar “o seu rosto”. Eu lhes garanto que valeu a pena!

Ah! Ele já tem nome. Nós o batizamos “Sublimes Encontros” pelo simples fato de o mesmo tratar, exclusivamente, de sentimentos nobres e os encontros haverem se dado, em sua maioria, apenas na dimensão poética.

Nestas próximas semanas, que antecedem o último dia deste mês, terei como foco a organização do evento no qual ele será apresentado a todos que desejarem conhecê-lo.


Como toda mãe e com a humildade que me é peculiar, eu lhes afirmo: meu filho é lindo!



Divulgando o lançamento de Sublimes Encontros na Rádio Rural de Mossoró

Radialista Rodrigo Rodrigues e seu indispensável apoio na divulgação

Participando do programa Pedagogia da Gestão no qual divulgamos
 o evento do lançamento de minha obra de estreia: Sublimes Encontros

Da esquerda para a direita: fotógrafo Marcio Barbosa, um dos editores da
 Sarau das Letras e apresentador do programa, Clauder Aracanjo,
 escritora Josselene Marques e o fotógrafo José Bezerra.

Clauder Arcanjo formalizando o convite da Sarau das Letras para
o lançamento do meu livro Sublimes Encontros 
Momento de emoção: abertura da caixa e primeiro contato
com o meu livro impresso.

Alegria contagiante e comemoração

Meu padrinho literário expressa sua alegria com o meu sucesso.

Comemorando a chegada do meu livro de estreia

REVISTA LOGOS NÚMERO 15 - JULHO 2015